SC: barco de R$ 330 mil é "objeto do desejo" em feira náutica

Um luxuoso barco avaliado em R$ 330 mil se transformou no grande destaque de uma feira náutica que vai até o próximo domingo em Florianópolis (SC). Com o setor em alta, a expectativa dos organizadores é de que sejam comercializados cerca de R$ 20 milhões no evento.

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A embarcação, chamada de Sunline 315, chama a atenção pelo conforto e pelos equipamentos opcionais que oferece aos tripulantes. No modelo mais luxuoso, o barco de 31 pés (9,44 metros) conta com TV de plasma, ar-condicionado, máquina de café expresso, churrasqueira e GPS e acomoda até oito pessoas.

Para quem não dispõe dos R$ 330 mil, há também um modelo mais barato, que custa em média R$ 170 mil, mas vem sem motor. O Sunline 315 exposto na feira foi vendido no primeiro dia do evento, quarta-feira, para um empresário de São Paulo.

De acordo a organização do evento, os barcos mais "populares" também tiveram uma boa procura. O mais barato, um casco de 17 pés (5,18 metros), estava em "promoção" por pouco mais de R$ 34 mil.

O mercado náutico cresce em média 10% ao ano no País e aposta no turismo e nas belezas da extensa costa brasileira para manter este ritmo.

Uma pesquisa realizada há dois anos pela Associação Brasileira de Construtores de Barcos apontou que, dos 168 mil barcos no Brasil, 56% estavam concentrados nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Mas, segundo o empresário Ademir Lima da Silva, o panorama começa a mudar. Ele trabalhou 30 anos como modelista na construção naval e há cerca de dois investiu em seu próprio estaleiro, um dos doze sediados em Santa Catarina.

"Está mudando um pouco o cenário, tanto que vários estaleiros surgiram aqui no Estado nos últimos anos, deixando o eixo Rio-São Paulo", destacou. "Tenho 28 funcionários e consigo entregar o Sunline 315, por exemplo, em menos de um mês".

Para Ademir, a grande dificuldade ainda é com relação a vários equipamentos usados na construção de embarcações e que precisam ser importados. "O custo torna-se elevado por isso. Se o governo reduzisse os impostos no setor, os barcos poderiam ser mais acessíveis aos consumidores", completou.


Único Sunline 315 exposto foi arrematado logo no primeiro dia da feira

Fonte: Terra

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