segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

‘Se Marcelinho não quer ficar, a porta da rua é serventia da casa’, diz dirigente

Empresários do jogador solicitaram reunião para rescindir o contrato com o Flamengo.


Marcelinho sorri ao brincar com o filho Júnior, nesta segunda, na Gávea

A não ser que haja uma enorme reviravolta, a permanência de Marcelinho Paraíba no Flamengo termina na tarde desta terça-feira. Segundo o GLOBOESPORTE.COM apurou, dois empresários do atleta, Joseph Lee e Orlando, chegam ao Rio de Janeiro para acertar os detalhes da rescisão do contrato, que terminaria no fim de 2010.

O Rubro-Negro está ciente da decisão do atleta, motivada por atrasos salariais e descumprimento de acordos sobre pagamento de luvas, e considera praticamente inevitável a saída do jogador. O diretor Plínio Serpa Pinto, no entanto, garantiu que não sabia o motivo da reunião, mas deu um recado ao jogador.

- Para mim é uma conversa de bêbado. Ele que pediu uma reunião e não falou o motivo. Para rescindir o contrato tem de haver uma conversa. Mas se ele não quiser ficar, a porta da rua é serventia da casa – afirmou.

Em 20 jogos no Flamengo, Marcelinho fez nove gols. Ele teve um bom início no clube em agosto, mas caiu de rendimento e reclamou que estava jogando fora de posição. Na estreia da temporada de 2009, o jogador foi substituído no intervalo contra o Friburguense. Nesta segunda, esteve na Gávea, mas preferiu não dar entrevista.

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