terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Posicionamento corintiano irrita Mano Menezes no último coletivo


No treinamento desta terça, a defesa do Timão teve os laterais Diogo e Escudero, os zagueiros William e Chicão e os volantes Fabinho e Elias.

O último treinamento do Corinthians realizado antes da partida de quarta-feira contra o Mogi Mirim não agradou nem um pouco ao técnico Mano Menezes. Nesta terça, após a sessão preparatória, o técnico alvinegro admitiu ter ficado insatisfeito com o desempenho de seus pupilos no Parque Ecológico em Itaquera, principalmente no quesito posicionamento.

Mano deixou transparecer seu aborrecimento com o treino desta tarde logo na primeira pergunta da entrevista coletiva. Questionado se os 11 jogadores que começaram a etapa entre os titulares serão mantidos para o embate com o Mogi, o técnico corintiano não demorou para desabafar.

"Não tenho certeza ainda, achei que o time ficou devendo e ainda precisa de ajustes", sublinhou Mano, que promoverá a estreia do argentino Sergio Escudero na lateral esquerda, ocupando a vaga do pendurado André Santos, com dois cartões amarelos.

"Do jeito que a equipe treinou eu realmente não quero", prosseguiu. Não posso alongar muito os treinamentos, então precisamos ter mais conversas até a hora do jogo em termos de posicionamento defensivo. Vamos jogar com uma equipe que atua em linha de três zagueiros e dá liberdade aos alas, mas nossos treinos não funcionaram bem", reclamou.

No coletivo, Mano Menezes escalou o quarteto ofensivo alvinegro com Lulinha e Morais no setor de armação e Jorge Henrique e Souza no ataque. O treinador também pediu mais atenção ao posicionamento dos atletas de frente, a fim de evitar os erros apresentados diante da Portuguesa, no empate por 1 a 1 no final de semana.

"Marcamos muito bem contra a Lusa, mas estivemos distantes no que eu queria do Boquita em relação aos homens de frente", emendou o técnico, que também testou o meia revelado nesta Copa São Paulo no final do treinamento, na vaga de Lulinha. "Naquela partida, estávamos distantes da armação. Ficamos bastante tempo com a bola, mas criamos pouco", concluiu.

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