Teto de igreja não admitia carga adicional, diz engenheiro

O engenheiro Carlos Alberto Lopes, que projetou a reforma do telhado da Igreja Renascer em Cristo em 1999, afirmou que a estrutura não poderia ter cargas adicionais. Uma das hipóteses da polícia é que o desabamento ocorrido no domingo, que matou nove pessoas, tenha ocorrido devido a uma sobrecarga no teto, já que foram encontrados equipamentos de ar-condicionado e iluminação nos escombros. As informações são do Jornal Nacional.

O projeto de Lopes foi realizado depois que o Ministério Público pediu a interdição do templo. O relatório do engenheiro determinou que as "tesouras" (triangulos de madeira que sustentam o telhado) fossem reforçadas com aço e que fosse retirado um forro de madeira do teto. O engenheiro também previu manutenções e vistorias periódicas.

No fim do ano passado, um nova a reforma foi executada pela empresa Etersul Coberturas e Reformas Ltda. que, segundo o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea), não tinha licença para fazer a obra. O dono da Etersul, Daniel dos Anjos, disse que havia telhas remendadas e goteiras na igreja.

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